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Encontro da hemorrede nacional define caminhos para o futuro do plasma

Postagem 29/08/2025

Mais de 28 representantes da hemorrede brasileira se encontraram em Fortaleza para debater propostas e metas que buscam ampliar a coleta, qualificar o processamento e fortalecer a produção nacional de plasma. O “Diálogos dos Hemocentros do Brasil - Qualificação e Autossuficiência do Plasma no País” aconteceu nos dias 26 e 27 de agosto, com palestras, discussões coletivas, grupos de trabalho e plenárias sobre o tema.

Para a Dra. Fabiana Camargos, diretora técnico-científica do Hemominas e representante da Comissão Organizadora, o encontro permitiu identificar desafios comuns e caminhos de superação. “Foi muito importante ouvir diferentes opiniões e perceber as convergências entre os problemas enfrentados em cada estado. A expectativa é de que as propostas sejam levadas adiante e transformadas em soluções concretas tanto localmente quanto em âmbito nacional.”

O evento foi realizado pelo Instituto Pró-Hemo (IPH), por meio dos Hemocentros Unidos. Em sua fala, o diretor executivo Evandro Castro e Silva reforçou o compromisso da instituição em apoiar a rede em diferentes frentes: “O IPH sempre estará à disposição da Hemorrede, porque isso faz parte da nossa identidade e da nossa missão. Todas as equipes, desde a comunicação até a área administrativa e educacional, estão preparadas para colaborar sempre que necessário."

Fabricante global especializada em medicamentos derivados do plasma, a Octapharma foi patrocinadora do encontro e destacou a satisfação em apoiar iniciativas que impulsionam a hemoterapia brasileira. De acordo com a gerente de produto da empresa, Maria Luiza Campos, participar do evento foi uma oportunidade de acompanhar debates relevantes e de renovar o otimismo em relação aos avanços que podem ser alcançados no programa nacional de plasma.

O presidente do Instituto Pró-Hemo, Dr. Ormando Rodrigues Campos, parabenizou a equipe pela organização do evento e ressaltou a importância do momento para a hemoterapia brasileira. Ele destacou que, embora ainda existam desafios relacionados à infraestrutura e à tecnologia, são questões solucionáveis com planejamento e cooperação entre os hemocentros, poder público e iniciativa privada.